Em relação ao mesmo mês de 2020, houve crescimento de 488,9% no fluxo de consumidores nos shopping centers e de 296,5% nas lojas físicas

Na comparação com abril de 2021, o mês de maio teve um crescimento de 77% no fluxo de consumidores das lojas físicas e de 65,8% nos shopping centers. As lojas situadas nos centros de compras dobraram o fluxo em relação ao mês anterior, já as localizadas nas ruas subiram 42,1%.

O levantamento é do Índice de Performance do Varejo (IPV), organizado pela venture capital HiPartners Capital & Work em parceria com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).Os dados são da FX Data Intelligence, especialista em visão computacional dirigida por Inteligência Artificial, e da F360º, plataforma de gestão de varejo para franquias, pequenos e médios varejistas.

O números são chancelados pela 4Intelligence.Na análise regional das lojas físicas, o Sudeste teve o maior aumento de fluxo de clientes, com 126,7%, seguido pelo Centro-Oeste, com 121,4%. Na sequência aparecem Sul, com 43,8%, Nordeste, com 40,4%, e Norte, com 22,1% de aumento. Entre os shopping centers, a movimentação no Sudeste foi 130,3% superior, enquanto no Sul o aumento foi de 37% e, no Nordeste, 9,5%. Os centros de compras do Centro-Oeste e do Norte não tiveram amostragem significativa no levantamento.

Nas categorias, apenas “drogaria” teve recuo no levantamento mensal, com queda de 2,8%. “Utilidades domésticas” e “moda”, em contrapartida, tiveram os maiores aumentos, com 114,6% e 109,2%, respectivamente. Na sequência aparecem “beleza” (92,7%), “ótica” (73,9%), “calçados” (64,3%), “departamento” (62,8%), “home center” (9,1%) e “eletroeletrônicos” (5,7%).

O crescimento no fluxo de consumidores foi significativo na comparação com maio de 2020, quando o comércio já convivia com as portas fechadas. Dessa forma, houve crescimento de 488,9% nos fluxo de consumidores nos shopping centers e de 296,5% nas lojas físicas. Os pontos de venda estabelecidos em centros de compra tiveram o maior salto, com 1.780,7%, enquanto os localizados em ruas subiram 73,3%.

Fonte: Correio Braziliense

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