Pesquisa do PayPal revela: em datas especiais, brasileiros que fazem compras online fora do país gastam mais em relação a quem recorre a opções locais

Black Friday: brasileiros que fazem compras online internacionais gastam mais do que aqueles que recorrem a alternativas locais (Violeta Stoimenova/Getty Images)

Ninguém duvida que as transformações impostas pela pandemia na forma como fazemos compras vieram para ficar. Isso porque quem aderiu ao comércio eletrônico — e comprovou suas vantagens — nos meses de isolamento social dificilmente vai abrir mão dele.

Por outro lado, numa quantidade incalculável, empreendedores e companhias estrearam ou aperfeiçoaram seus e-commerces do ano passado para cá, o que representa uma revolução no universo das vendas pela internet.

De acordo com a eMarketer, o comércio online cresceu 26,7% em 2020, movimentando 4,2 trilhões de dólares. Para este ano prevê-se a marca de 4,8 trilhões de dólares. São cifras que representam uma infinidade de oportunidades de crescimento para companhias e empreendedores que se valem de métodos de pagamento que oferecem confiança aos compradores.

Elaborada pelo PayPal, líder mundial em pagamentos eletrônicos, a pesquisa “The 2021 Borderless Commerce” revela que 22% dos consumidores se sentem mais confortáveis em fazer aquisições online internacionais desde que começou a pandemia.

Sustenta ainda que 85% dos consumidores online pretendem gastar neste ano e em 2022 o mesmo tanto que em 2020 ou mais — foram ouvidos habitantes de 13 países, entre os quais o Brasil.

Datas especiais

A pesquisa também revela a importância de datas como Black Friday e Natal, que já surgem no horizonte. As vendas da última Black Friday, por exemplo, superaram as de 2019 em mais de 25%.

Mais uma constatação importante: em datas do tipo, os brasileiros que fazem compras online internacionais gastam mais do que aqueles que recorrem a alternativas locais.

Na China, sempre uma referência, os marketplaces online, por exemplo, têm alta expectativa em relação ao Dia dos Solteiros. No ano passado, a data gerou 115 bilhões de dólares em vendas, bem mais que os 38 bilhões de dólares amealhados em 2019.

“Para surfar nesse mercado, é preciso estar preparado”, diz Leonardo Sertã, Head de Desenvolvimento Estratégico do PayPal no Brasil. “Assim como aumentou o número de compradores, a concorrência para os vendedores também está muito mais acirrada, principalmente com a alta digitalização observada no ano passado em função da pandemia.”

Para conquistar consumidores de outros países, oferecer uma experiência de compra perfeita, similar às que eles encontram perto de casa, é fundamental.

Dica importante

Com o PayPal, que soma 390 milhões de usuários, o vendedor não paga taxas mensais e desembolsa tarifas relativamente baixas em comparação a outros sistemas de pagamento online. Mais: pode receber o valor da compra em até 24 horas, mesmo que ela tenha sido parcelada.

Preço e variedade de produtos são dois diferenciais inegáveis. É o que sugere outro dado revelado pela pesquisa do PayPal: quase metade daqueles que optaram por transações internacionais se disse atraída por condições melhores, enquanto 40% buscaram acesso a produtos que não encontraram nos arredores.

Faltou dizer que prever custos de envio e se preocupar com a agilidade das entregas também faz a diferença. Por fim, quem aposta no chamado varejo omnichannel tende a se sair melhor. Nos países pesquisados pelo PayPal, o dispositivo preferido para compras online é o smartphone.

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